21 de janeiro de 2007

Demasiado novos para já estarem tão velhos

Herman José foi, na minha opinião, o melhor humorista português contemporâneo. Hoje é o décimo sétimo pior apresentador de programas de entretenimento da TV portuguesa, atrás até do José Carlos Malato (mas ainda assim à frente da Júlia Pinheiro, claro). A degradação foi-se pressentindo, depois sentido, e por fim lamentando. Como é possível um génio manter-se no topo a vida toda?
Hoje, no programa do Gato Fedorento, percebeu-se que também estes estão a decair rapidamente. Desde o início da série que pegam em duas boas piadas e as fazem render meia hora. Um dos primeiros sintomas da decadência de Herman José; no Herman Enciclopédia havia episódios em que nos ríamos já sem saber bem porquê.
Hoje, uma das piadas envolvia alguém que, num museu, dizia um chorrilho de palavrões. Rimo-nos, porque é a primeira vez. Mas faz-nos lembrar também Herman José na decadência, certo?
Por fim, o síndrome da boazona. No sketch seguinte, lá estava a menina do gaz, a despropósito. No próximo episódio, ou no outro a seguir, imagino que surgirá em topless.
Foi bom enquando durou, mas por este caminho não vai durar...

Próximo enforcamento no Iraque

Para grande tristeza do Nevsky, tenho já o post preparado, para apoiar o enforcamento de mais esta desgraça da raça humana...

Dissociative Identity Disorder - 2

ou... What's with the hair??


Dissociative Identity Disorder - 1

Esta coisa de um dia ser procuradora-adjunta, outro ser cidadã, é algo de muito estranho. Felizmente, com a Internet, o diagnóstico é fácil: Dissociative Identity Disorder. Do ponto de vista desta doença, a classe política é um "grupo de risco" - muitos sofrem deste padecimento.
Se isto continua assim, qualquer dia temos políticos que falam de si próprios da terceira pessoa, tipo jogador de futebol...

16 de janeiro de 2007

Assim se vê


...a força do PC!

Cavaco na Índia


Ao chegar a Bengalore, Cavaco terá alegadamente afirmado que Bollywood é um dos casos em que a cultura portuguesa influenciou a indiana. De facto, soubémos neste caso transmitir muito bem o conceito de filmes que são enfadonhos de morte.

Com quatro gerações de distância

O Ricardo, quando me diz que tem um monstro no quarto, arregala os olhos e arrasta as vogais: "O meu quarto tem um moooonstroooo..."
Faz-me lembrar a minha Avó Aurora, nascida 89 anos antes dele, quando na Beira Baixa, nos Verões do início dos anos 80 nos tentava manter em casa à noite contando-nos histórias de Lobisóooomens, do Demóoonioooo, com uns olhos tão arregalados que pareciam saltar das órbitas.

15 de janeiro de 2007

Este blog está de luto

...porque, no Iraque, foram enforcadas mais duas abéculas...

To censor or not to censor

Haverá situações em que a censura é defensável, e quiçá desejável? Sobre o tema, só sei que nada sei. Mas vejo argumentos dos dois lados...

Irrealizável, impossível, inimaginável (1)

Eu jogar snooker assim. Nunca irá acontecer. A última vez que joguei snooker foi em Jul/2004, na Dinamarca. A minha sorte foi que o meu adversário estava completamente bêbado (eu estava completamente sóbrio). Sorte, digo, porque de tão bêbado que estava, no dia seguinte não se lembrava da grande tareia que me deu... :-)