O Magalhães já está no estaleiro.
Agora resta-me esperar para ver se sempre me vão impingir o preço de um teclado novo ou se vão honrar a garantia. Em qualquer dos casos, deram-me duas semanas para arranjar a máquina. Ora, se o arranho implicar um orçamento, terei evidentemente que ser contactado antes. Vamos ver como corre.
Darei notícias!
20 de julho de 2009
10 de julho de 2009
Magalhães ao fundo...

Estou a ligar para a linha da JP Sá Couto, porque as diversas avarias do Magalhães da Carolina estão a torná-lo inutilizável, mesmo para a sua utilização quase exclusiva: jogar o Super Tux. Um dos problemas incontornáveis é que duas teclas saltaram.
O guião com que fui acolhido:
"Obrigado por ligar para a assistência técnica. Por favor não desligue. Seremos breves. Estimamos atender a sua chamada em... 6 minutos."
Ao fim de mais de dez minutos, lá fui atendido. Devo dizer que o atendimento foi muito simpático na forma, ainda que não tenha gostado do conteúdo.
É que fizeram questão de me alertar que se os encaixes tivessem partidos, teria que comprar um teclado novo, porque isso não estava coberto. Claro que protestei:
Então afinal isto não é um computador que é suposto ser resistente e estar preparado para ser usado por crianças? Olhe que este nem sequer sai de casa! E só é usado pela minha filha; não o emprestei ao Chávez para ele saltar em cima dele!
Avisou-me também a senhora que o Magalhães, quando vai à assistência técnica, volta de lá sem jogos. "É por causa de um despacho do Ministério da Educação, que saiu em Maio deste ano. Mas se quiser, pode fazer o download dos jogos que vinham no Magalhães, a partir de http://comunidade.magalhaes.caixamagica.pt/ e instala-os o senhor."
Bom, o pedido de suporte foi aberto, e para a semana vêm recolhê-lo. Depois, duas semanas de reparação, com a eventualidade de me tentarem fazer pagar um teclado novo. Vamos esperar, com moderado optimismo. Aqui vos darei conta do evoluir da situação.
O mais surpreendente desta conversa toda é constatar que o Ministério da Educação se acha dono dos computadores Magalhães, mesmo depois de os ter vendido e entregue. E é surpreendente que a JP Sá Couto aceite indicações do Ministério da Educação sobre o que fazer com os computadores quando vão à assistência técnica. É de facto surpreendente.
30 de junho de 2009
28 de junho de 2009
As sondagens do Sapo
O sapo é claramente o melhor portal português. Sou insuspeito, na medida em que nutro um ódio de estimação pela PT (enquanto instituição).Há no entanto, como é evidente, coisas que falham. Uma que falha sistematicamente são as sondagens do Sapo. Estas sondagens são como um Reality Show: sabemos que são maus, sabemos que vão piorando, mas não resistimos a deitar um olhinho.
Numa sondagem deveria haver a preocupação de cobrir a maior quantidade possível de respostas. "Quer o TGV? Sim; Não; Não sei. Ou Sim; Não; Só depois da crise; Não sei"
Por vezes as opções são tendenciosas: "És do Benfica? Claro que sim; Sim; Detesto o Benfica". Não deixa espaço para um Sportinguista moderado como eu.
A que encontrei hoje acho que é a mais estraordinária que por lá vi. Começo a perguntar-me se o único requisito para escrever aquelas sondagens será ter aproveitamento no exame de matemática e no exame de Língua Portuguesa do 9º ano.
27 de junho de 2009
Luto
24 de junho de 2009
Eleições simultâneas?
Eu defendo que as eleições legislativas e autárquicas devem ser feitas de forma simultânea. Sempre se poupa dinheiro, tempo e esforço. Só por isso.Quanto aos partidos, vão estar previsivelmente a defender aquilo que acharem que mais os beneficia na eleição que acharem que é para eles mais relevante.
Convite à mediocridade
Os alunos acharam fácil o exame de matemática do 9º ano.A Sociedade Portuguesa de matemática diz que foi demasiado elementar.
Aqui fica uma pergunta do exame. Não sei se é ou não representativa do grau geral de dificuldade.
"Os números: 382, 523 e 508. O desafio: calcular a média aritmética dos três valores. A ajuda: a máquina de calcular e o resultado da soma das unidades."
14 de junho de 2009
Liberdade
Tenho ouvido, sobretudo a propósito da abstenção - mas também dos votos brancos e nulos - que afinal não merecemos a liberdade do 25 de Abril."O voto devia ser obrigatório!"
Ora eu acho isto bem divertido: há quem muito enalteça a liberdade, mas esteja em grandes ânsias de impor uma nova ditadura. Se fosse vivo, de tanto rir, Salazar voltaria a cair da cadeira!
Pessoalmente sinto-me mais tranquilo por saber que só vota quem quer. Parece-me que seria muito fácil, se o voto fosse obrigatório, fomentar a existência de partidos radicais, de todos os tipos.Eu, por exemplo, ponderaria criar um partido cujo único ponto ideológico seria acabar com o voto obrigatório. Compreende-se que seria um partido grandemente apelativo para todos os que fossem arrastados por uma orelha para votar.
Mais inteligente e interessante seria, como defendia recentemente um amigo, que o número total de deputados fosse diminuído na proporção da abstenção + votos brancos ou nulos. Nas europeias, com 60% de abstenção, teríamos apenas 40% dos 22 deputados, ou 8,8 deputados.
As tangas do Ricardo (81)
"Ó pai, Deus nunca morre?"
Ok, o Ricardo acaba de colocar uma questão que envolve simultaneamente dois temas, digamos, complexos: Religião e Morte... Medo!!
"Não, nunca morre."
"Então e já tinha nascido na altura dos dinossalos?"
Saída cobarde:
"Não tenho a certeza, Ricardo. Pergunta à mãe..."
Ok, o Ricardo acaba de colocar uma questão que envolve simultaneamente dois temas, digamos, complexos: Religião e Morte... Medo!!
"Não, nunca morre."
"Então e já tinha nascido na altura dos dinossalos?"
Saída cobarde:
"Não tenho a certeza, Ricardo. Pergunta à mãe..."
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