No seguimento do comportamento de Cristiano Ronaldo no jogo Man-U vs SCP, Filipe Soares Franco terá dito que "Quando ele quiser, será presidente do Sporting". Entretanto, Sousa Cintra já veio dizer que não é FSF quem manda no Sporting, são os accionistas (perdão, os sócios).
PS: Este post não é de modo algum uma "farpa" a Rui Costa, que é um jogador que eu admiro, e cuja dedicação ao Benfica é, IMO, admirável.
20 de setembro de 2007
Cristiano Ronaldo ou Simão Sabrosa?
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É por estas e por outras que eu me orgulho de ser Sportinguista.
Mais vale um jogador que vai às putas do que um jogador que é filho da puta.
19 de setembro de 2007
Fora da lei (de Moore)
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Para o utilizador da microinformática, pouca diferença fará o fim dessa lei.
18 de setembro de 2007
Hypermiling - hiperquilometragem
Aí está um tema interessante: como fazer mais quilómetros com um litro de combustível. Há que poupar o ambiente, há que poupar a carteira!
17 de setembro de 2007
Novas oportunidades
Ouvi agora no noticiário Sócrates a falar inglês com George Bush. Temos abécula!
Richard Branson doa 200 mil dólares para apoiar os pais de Madeleine McCann
Ouvi na rádio e fiquei a pensar sobre o que devia pensar: Richard Branson doa 200 mil dólares para apoiar os pais de Madeleine McCann. Tinha também doado 200 mil dólares para o fundo para procurar a menina.
À primeira "vista", soou-me mal; afinal a única e inequívoca vítima, até agora, é a menina. Os pais presume-se que são inocentes; a menina sabe-se que é inocente.
Pensando melhor, achei que havia algo a admirar no acto. Se os pais estão inocentes -e presumivelmente estarão - então devem sentir que o planeta desabou sobre as suas cabeças quando a menina desapareceu, e de novo (noutra medida) com a suspeição que sobre eles se levanta).
Os McCann foram catalizadores de um circo mediático que, faltando combustível, os queima agora a eles. Bom, mas estando inocentes, fizeram o que quaisquer pais gostariam de conseguir fazer. Vamos julgá-los por isso?
Depois, vi a notícia na Internet, com mais pormenor. O dinheiro vai ser usado para pagar a defesa e as relações públicas da família. Ah... lá se foi a minha compreensão outra vez...
À primeira "vista", soou-me mal; afinal a única e inequívoca vítima, até agora, é a menina. Os pais presume-se que são inocentes; a menina sabe-se que é inocente.
Pensando melhor, achei que havia algo a admirar no acto. Se os pais estão inocentes -e presumivelmente estarão - então devem sentir que o planeta desabou sobre as suas cabeças quando a menina desapareceu, e de novo (noutra medida) com a suspeição que sobre eles se levanta).
Os McCann foram catalizadores de um circo mediático que, faltando combustível, os queima agora a eles. Bom, mas estando inocentes, fizeram o que quaisquer pais gostariam de conseguir fazer. Vamos julgá-los por isso?
Depois, vi a notícia na Internet, com mais pormenor. O dinheiro vai ser usado para pagar a defesa e as relações públicas da família. Ah... lá se foi a minha compreensão outra vez...
Parabéns ao Vurácio
Amor e ódio
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Quando gostamos de uma pessoa interessamo-nos por saber do que é que ela gosta e não gosta; pensamos muito tempo a pensar nela; agimos em função dessa pessoa; colocamo-la no centro do nosso mundo. É uma relação de grande intensidade; cria-se uma relação de dependência. Quando odiamos uma pessoa, notem, é exactamente o mesmo que se passa (ainda que as intenções sejam evidentemente diferentes). "Tornamo-nos escravos das pessoas que amamos, mas também das pessoas que odiamos", dizia essa professora.
Odiar uma pessoa é, pois, colocá-la num pedestal. O oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença.
16 de setembro de 2007
Read my lips: Cavaco ainda vai condecorar Scolari...
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Scolari deu um murro num jogador da equipa contrária. Se não acertou, como disse, foi porque falhou, o que não o desculpa. Podia ao menos ter emendado a mão (expressão curiosa para usar neste caso), tendo pedido desculpas imediatamente após o jogo. Não o fez; optou por tentar explicar o inexplicável.
"Ah, mas é que ele fez muito pelo país e pela selecção." Concordo, mas uma vez mais isso não o desculpa, nem tão pouco relativiza o acto. Carlos Cruz, parece (parece!), não justificou (alegados) actos de pedofilia na base de "eu prestei grandes serviços ao país, logo, posso bem abusar de uns putos". O que ele diz é que não praticou os actos.
Cavaco, esse, ultimamente não me surpreende. Uma no cravo, outra na ferradura. Condenou o acto em si, para logo de seguida o relativizar "diz-me que no campo as coisas são mais emotivas, que é diferente, e isso de facto eu não sei, porque vejo os jogos no sofá". Ora isto é idiota mas, tristemente, vindo do Rei do Politicamente Correcto, já não surpreende. Estou mesmo em crer que Cavaco é pessoa para lhe atribuir uma qualquer Grã Cruz.
Qual é a autoridade que Scolari tem, hoje, para condenar atitudes violentas dos jogadores?
Os jogadores e o treinador são, que eu saiba, dos profissionais mais bem pagos do país. O que Scolari fez (a atitude e as declarações posteriores) foram indignas de um profissional, logo, rua com ele.
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