Hoje de manhã, ao sair para a escola, o Ricardo estava com ar adoentado. Febre? Talvez um bocadinho. Ao pegar nele, vi duas borbulhas na barriga. Outra mais acima.O que fazer? Tão em cima, não há espaço para procurar uma solução!
A decisão: Vamos levá-lo para a escola. Estamos mesmo sem alternativa, vai ter que ser. Provavelmente confirmar-se-á que é varicela, e hão-de ligar para o irmos buscar, mas ganhámos algum tempo. É isso. Vai ter que ser isso.
Já à porta da escola, começámos a questionar se a decisão fazia algum sentido. Bolas, o rapaz está doente, não pode ir para a escola. Haverá coisas realmente mais importantes? Pronto, vou ficar eu com ele. Terá que ser.
A caminho de casa, o Ricardo (que tinha estado a ouvir a nossa conversa, na melhor tradição da Carolina), começa a desbobinar: "Os meninos quando têm varicela não podem ir para a escola, têm que ficar em casa."
Ora ia ser divertido ele fazer esta conversa, uns minutos antes (ou depois) de as educadoras constatarem que ele estava com Varicela.
Moral da história: "Para cada Pinóquio, existe um Grilo Falante."
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