21 de setembro de 2006

As tangas do Ricardo (4)


No início da semana passada, sucedeu duas vezes. Depois de ter jantado e antes de ir para a cama, o Ricardo vomitou. Ora quando o Ricardo vomita, não o faz de forma discreta; pelo contrário, é típico sujar tudo o que se encontre num raio de uns 5 metros. Podemos mesmo dizer que o Ricardo está para o vomitado como o Alberto João Jardim está para o Carnaval.
Também os espirros dão nas vistas. O último espirro do Ricardo, dentro do carro, "plantou" uns projécteis na minha nuca e outros no espelho retrovisor do carro! Yuck...
Voltando à questão do vómito, é uma experiência que nós preferimos não repetir. Ora uns dias depois, e estando já deitado para dormir, diz o Ricardo: "Mãe, quero cupir (= cuspir = vomitar)". Lá vai o pequeno para a casa de banho. Quando ao fim de uns minutos sem ocorrências o íamos levar para a cama, lá retomava ele: "Espera, mãe, quero cuspir". Na dúvida, voltava para a casa de banho.
Ao terceiro ou quarto dia desta "tourada", sem que tivesse voltado a vomitar, pediu para ir "cuspir" e eu não o deixei. Moral da história: passaram-lhe nesse dia os vómitos-pós-hora-de-deitar.

Zooming in

Aqui se vê um fantástico zoom in feito ao universo.

20 de setembro de 2006

Emigrantes

Dedicado aos meus emigrantes de estimação, mas só até à palavra "voltaste". O que está depois fazia no entanto parte do vídeo...

The Muppetrix

19 de setembro de 2006

18 de setembro de 2006

"Não nos chamem violentos, ou rebentamos convosco!"


O Papa Bento XVI terá citado um imperador do século XV. As palavras deste imperador conotavam o Islão com a violência.
A indignação foi generalizada junto dos muçulmanos. Alguns - OBVIAMENTE, SÓ ALGUNS - acharam estas palavras tão injustas, tão injustas, que pegaram fogo a várias igrejas por todo o Médio Oriente, alegadamente mataram uma freira, lançaram ameaças de morte ao Papa, enfim. Tudo o que se espera de alguém que se sente injustiçado por ser conotado com a violência...

16 de setembro de 2006

Nem a mana bloga, nem a gente almoça!


Ela é uma rapariga com muito que contar, mas parece querer ficar com as histórias para ela (mulher da hortaliça)...
Será preguiça, será gente? Gente não é, certamente, e a preguiça não bate assim...
Pois é. Queremos a mana a contar do que lhe vai na vida, do que lhe vai na alma...
E agora que começou a trabalhar à séria (tornando-me de resto o único não-emigrante da família), esta obrigação está claramente reforçada...
Resta portanto a questão dos nomes.
Pode ser portanto:
  • Abalada (trocadinho giro: abalar de partir, abalada no sentido de "a precisar de uma psicóloga", e por fim "A balada"...)

  • Abanás (devia ser ananás, mas isso fica depois de "Abrupto"). Pode também ser "O abacaxi"...

  • Abenturas nos Açores (idem)

Bom, mas o nome não é o que mais interessa. Começa lá com a coisa, que nós queremos pôr o link...

24.5


Conforme já referi anteriormente, fui apelidado de "Judeu Burro" (ou simplesmente JB) por uma estimada amiga. Pus-me hoje a pensar em dois outros JB's, e acho que prefiro a vida do James Bond à vida do Jack Bauer.
Há a questão de que o primeiro tem uma aventura de ano a ano, que se conta em duas horas, enquanto que o segundo tem um dia de aventura que demora um ano a contar.
Há também a questão do crédito ilimitado nos casinos, o que me parece um benefício apelativo. E dos grandes carros. E das grandes companhias (so to say).
Em suma, Jack Bauer ficou com a parte pior do cachorro...

24.4

Na série 2, que acabei de ver, Jack Bauer é torturado. Cortado com um bisturi, esmurrado, queimado com um ferro de soldar, injectado com uma substância que atrofia os pulmões, etc.
A sorte dele foi que ninguém se lembrou da forma mais horrível de tortura:

A tortura das cócegas