14 de setembro de 2006

24.2

Na série 2, o Presidente Palmer vive 24 horas que fariam inveja ao Presidente Clinton. É que anda meio mundo a tentar f*dê-lo...

24.1


No seguimento do comentário da minha amiga, tenho estado a ver a segunda série do "24". Além dos comentários genéricos à série, que acho fantástica, tenho estado atento aos detalhes.
Acho impressionante o telefone do Jack Bauer. Ele usa-o de forma intensiva, nunca o recarrega e no entanto dura as 24 horas, sem sequer acusar falta de carga...

As tangas do Ricardo (3)

Hoje, depois de uma luta feroz para se deitar, o Ricardo pediu um copo de água (expediente usado habitualmente pelas crianças para ganhar tempo antes de ir para a cama...).
Levei-lho, ele bebeu e devolveu-me o copo. Depois chamou-me e disse: "Pai, cuspi a água. A cama está molhada."
Confirmei; que era verdade: almofada e cama molhadas!

12 de setembro de 2006

Serviço público de gosto muito, muito discutível


Um dia, pode estar num prédio de 100 andares que foi atingido por um avião. Não tem maneira de sair pelas escadas.
O que fazer? Há várias opções, se tiver lido este artigo muito útil!

Soares, arma biológica


Assisto ao debate com Mário Soares e Pacheco Pereira. Mário Soares mantém o hábito preocupante de tossir ser colocar a mão à frente da boca.

Soares argumentou que Bush só tem o apoio de 36% dos americanos, segundo as últimas sondagens. Presumo que a arteriosclerose já tenha aliviado Soares da recordação do resultado que teve nas últimas eleições presidenciais...

11 de setembro de 2006

J.B.


Almocei a semana passada com uma prezada amiga. No decorrer do almoço a conversa entrou no tema do 11 de Setembro. Eu fiz questão de ouvir muito mais do que o que falei. Rapidamente me foram servidas, em bandeja de prata, as chamadas "teorias da conspiração". As provas que me foram apresentadas foram:
Argumento:

- Está tudo na Internet. Já tudo foi provado, cientificamente.
(Não respondi)

- Veja a série "24". Está tudo lá. Aquilo passa-se mesmo assim.
(Argumentei que a série "24" é apresentada como uma obra de ficção)

- Aquilo são os israelitas. Foram eles que lá puseram o Bush
(Argumentei que Kerry foi o candidato que foi mais apoiado pelos judeus nos EUA)

- Olhe para a cara do Bush. Ele é o demónio. Veja as representações antigas do demónio; é a cara dele.


Nesta altura, deixei de argumentar. Perdi a compostura e comecei-me a rir. Fui então acusado de ser um carneiro que come o que lhe põem à frente e, com mais piada, fui depois chamado "judeu burro" (daí o J.B. do título do post).

Esta senhora foi minha chefe, e é agora minha Cliente. É alguém por quem tenho uma grande estima, que não fica de modo algum beliscada por estes piropos.

Soares em debate


Hoje à noite, Soares debate o 11 de Setembro no Prós e Contras num programa que, penso, é o primeiro em que não entra nenhum elemento do Governo.
O que eu gostava era de ver, ao lado de Pacheco Pereira, o irmão de Pinto da Costa, ou quem quer que possa passar um atestado de óbito a Mário Soares, em directo na televisão. Isso sim seria verdadeiro serviço público.

Neste momento tão difícil para o povo de Mirandela...


... já que foi fechada a maternidade... aqui ficam os meus votos... de que MORRAM TODOS! E sem deixar descendência! Ah, ah, ah! É bem feito...
Em Abril, fiz um pequeno passeio pelo Norte com a minha esposa. Em Mirandela, bonita vila, parámos para pernoitar. A cidade tem dois hotéis. Um deles, de 3 estrelas, pediu-nos por uma noite algo como 75 Euros. Vimos o quarto, e parecia um quarto do Hotel Ibis, só que ao dobro do preço e sem pa. Fomos para o outro hotel (só há dois), que era igualmente mau mas pelo menos era mais barato. O carro ficou num estacionamento à porta deste segundo Hotel, entre uma árvore e um poste.
Jantámos num restaurante que nos recomendaram, e pensámos: não é propriamente barato, mas vamos seguramente comer bem. Engano. Pedi a tradicional "Alheira de Mirandela"; vinha com DOIS cabelos dentro. O bife que veio em substituição estava bom.
Na manhã seguinte, encontrei o carro riscado de um lado ao outro. Não por acidente, porque estava num sítio perfeitamente isolado, mas por pura maldade. Claro que eu suspeito dos fdp's do Hotel de 3 estrelas, que obviamente também sabem que só há dois hotéis em Mirandela...
Na dúvida, quero que morram todos. É esta a minha noção de justiça: não sendo possível encontrar um culpado, castiguem-se todos os suspeitos. Com sorte, o culpado estará lá no meio.

Nota: o conteúdo deste post foi propositadamente empolado, para aumentar audiências. Na verdade, não quero que morram todos: A professora da minha filha, durante os 3 anos anteriores, e agora professora do meu filho, é precisamente de Mirandela, e é excelente. Mas deve ser porque já saiu de Mirandela há muito tempo...
Assim, tal como Abraão no caso de Sodoma e Gomorra, espero que a boa gente de Mirandela saia de lá antes da destruição da localidade. Depois, que lhes aconteça o que aconteceu aos sodomitas e gomorritas. De preferência, aos primeiros.

A frase mais abichanada do mundo


"Pimenta no cú dos outros para mim é mel."
Já me cruzei com esta frase várias vezes, e acho-a muito peculiar.

Comecemos pela primeira parte:
"Pimenta no cú dos outros"
Pimenta na língua, sabe-se que arde. Na vista, imagino que também, mas não sei. Nas mãos, sei que não arde. Quanto ao resto do corpo, desconheço. Ora que espécie de criatura é que tem conhecimento da sensação de ter "Pimenta no cú"?
Questiono-me ainda sobre as circunstâncias exactas em que a pimenta vai parar a esse local teoricamente tão circunspecto... Sanitas públicas mal lavadas? Mas como é que a pimenta lá foi parar? Roupa interior lavada em conjunto com as luvas de um cozinheiro mexicano? Mas quem é que mistura cuecas com luvas de cozinha?

Agora a parte do "para mim é mel", que torna tudo ainda mais estranho. Eu trocaria "para mim é mel" por "dá vontade de barrar no pão", "come-se à colherada" ou "é de lamber os dedos". O que, de facto, torna tudo ainda mais estranho.

EMELgas


Peço aqui ajuda à Sociedade Portuguesa de Matemática.
Estaciono o carro para tratar de um assunto que demora 5 minutos. Dirijo-me ao parquímetro, com o objectivo de pagar 10 minutos (Just In Case). Vejo nos parquímetros da EMEL que o estacionamento mínimo é de 30 minutos, o que é 3 vezes mais do que eu pretendo. Mas, se está escrito, eu acato. Vejo também que os 30 minutos custarão 31 cêntimos. O desafio é este: como pagar 31 cêntimos numa máquina que só aceita as seguintes moedas:
2 euros
1 euro
50 cêntimos
20 cêntimos
10 cêntimos
5 cêntimos
Eu sei que é possível, porque está lá escrito. E a EMEL não faz seguramente publicidade enganosa. Mas não consigo descobrir como. O mais próximo que consegui foi pagar 35 cêntimos, o que são mais 4 cêntimos. E dizem vocês: "Mas esta abécula é algum agarrado? Estamos a discutir 4 cêntimos?"
Com um nó na garganta, eu argumento que 4 cêntimos em 31 são 13% a mais do que o valor indicado. 13%, suponho, já não parecerão irrelevantes a ninguém...