31 de maio de 2007

Não há decência! Não há decência!

Um maço de tabaco a 3 euros, mas pelos vistos alguns fumadores dizem que não deixam de fumar porque não têm dinheiro para os comprimidos.

Moral da história: põe-se agora a hipótese, ridícula, de ser o Estado (os contribuintes) a pagarem esses comprimidos. Entretanto, o último antibiótico que comprei para o Ricardo não era comparticipado!

26 de maio de 2007

As tangas do Ricardo (42)

    Este post contém cenas de (não-)rara violência,
     registadas num intervalo de 10 minutos.


Primeiro acto - O Assassino
Com um taco de golfe (de plástico!) na mão, o Ricardo corria pela casa, gritando: "Vou matar a Carolina!"

Segundo acto - O su-realista
Resolvi começar uma brincadeira mais pacífica. Eu era o Gué-gué (o Ricardo agora quando se faz de bebé diz que é o Gué-gué) e estava deitado (bom pretexto para descansar uns instantes).
Depois de me ver a febre, o Ricardo deu-me uma vaca pequenina e disse: "Estás doente. Tens que tomar isto."
Eu perguntei: "O que é isto, é um remédio?"
"Não, é uma vaca."

Terceiro acto - Quid pro quo
O Ricardo aparece com um serrote na mão, anuncia: "Vou cortar o Gué-gué." e começa a "serrar-me" o braço.
Diz a Carolina: "Ricardo, não podes fazer isso. Estás aleijar o bebé."
Ricardo: "Oh, mas foi ele que começou!!"

As tangas do Ricardo (41)

Eram 9 da manhã. O Ricardo pulava, saltava, corria alegremente na nossa cama, por cima de nós. "Vou dar um mergulho" - e lá saía mais um mergulho, desta vez aterrando contra a minha cara.
Diz a mãe: "Oh Ricardo, pára! Eu não tenho a tua energia."
Diz o Ricardo: "Pai, és tu que tens? És tu que tens a minha magia?"

24 de maio de 2007

Pasta de dentes a um pleço balato?

A minha teoria, já antes defendida: As lojas dos chineses não vendem produtos de baixo custo, vendem produtos de baixa qualidade ao preço justo (necessariamente mais baixo do que produtos de boa qualidade).
Talvez seja eu que sou piquínhas; afinal de contas, que mal tem um químicozinho letal na pasta de dentes? Ou na comida para animais?

As tangas do Ricardo (40)

Às 10 da noite, o Ricardo entra no nosso quarto e anuncia:
"Tenho uma cama nova! É esta! (apontando para a nossa cama)"
E eu: "Eu também tenho uma cama nova, é esta (apontando também)."
Ricardo, muito espantado: "Aaahhh! A tua cama nova é igual à minha cama..."

Bancos

Um perigo para a saúde?

22 de maio de 2007

As tangas do Ricardo (39)

Hoje fui levar o Ricardo à escola.
A educadora (Cátia) disse-lhe: "Ricardo, hoje temos chupa-chupas e rebuçados."
Ricardo: "Pois, temos chupa-chupas, rebuçados e bolos."
Cátia: "Era boa ideia, mas bolos não temos."
Eu: "Pois, têm chupa-chupas e rebuçados, para comemorar o resultado do campeonato." [A Cátia é grande fã do Benfica]
Cátia: "Ricardo, o teu pai é muito engraçadinho."
Eu: "Ricardo, de que clube é que és? És do Sporting ou do Benfica?"
Ricardo: "Os chupa-chupas são bons, mas fazem mal aos dentes. Temos que ter cuidado."
Eu: "Ricardo, não estejas a desconversar. Diz lá de que clube é que és!"
Ricardo: "Sou do clube da avó!"

Parabéns ao FêCêPê


O FCP ganhou o campeonato (ou, como dizia um canal de televisão, foi o líder final do campeonato).
Ora eu, como Sportinguista, deveria agora desvalorizar a vitória, dizendo que o Sporting foi muito prejudicado pelas arbitragens. E deveria também dizer que ganhámos o único campeonato que conta, o campeonato da Segunda Circular. Mas não.
Vou antes congratular-me por um campeonato em que ao que me parece houve mais lisura do que é habitual, houve mais correcção do que é habitual e houve campeonato até à penúltima jornada (não me venham com essa de o Porto empatar com o Aves em casa...).
Aqui ficam os votos de um campeonato, no próximo ano, tão bom como este.
Parabéns ao Porto.

16 de maio de 2007

Anthony Hopkins

Fracture; um filme com um suspense ao nível do famoso "O Silêncio dos Inocentes" ou do fantástico "Red Dragon" (o filme em que Hannibal Lecter aparece pela primeira vez).
Em Fracture, vemos Anthony Hopkins em grande, num papel bem escrito. Um filme a ver.

Fosse a criança portuguesa...

Fosse a criança portuguesa, e não Inglesa, e o Estado não pagava dois tostões para a procurar. Sou só eu que tenho esta sensação? I don't think so!
Qual será a questão? Será que o orçamento do turismo tem mais folgas que o orçamento da administração interna?